ANUBIS — Agência Nacional e Internacional de Ufologia

“Guardião do conhecimento, ponte entre mundos.”

A – Agência

N – de Network

 U – Universal

B – de Busca

I – e Investigação

S – Segura-Sideral

Inspirada na figura simbólica de Anúbis, guardião dos limiares e guia entre realidades, nossa agência representa a ufologia brasileira perante governos e organizações internacionais com rigor, ética e proteção aos envolvidos

Agência Nacional e Internacional de Ufologia

O nome ANUBIS foi escolhido como símbolo e compromisso. Na mitologia, Anúbis é o guardião dos limiares e o guia que conduz com respeito e imparcialidade pelas travessias entre mundos. Assim, nossa agência assume o papel de guardiã do conhecimento ufológico: investigamos de forma rigorosa, protegemos testemunhas e dados sensíveis, e fazemos a ponte entre pesquisadores, sociedade civil e instâncias governamentais.

 

Representando a ufologia brasileira no Brasil e no exterior, atuamos com transparência, metodologia científica e responsabilidade diplomática. Nosso objetivo é transformar relatos e evidências em informações tratáveis por órgãos públicos e parceiros internacionais, sempre preservando a ética, a segurança e o interesse público. ANUBIS simboliza vigilância, respeito pelas fronteiras do desconhecido e a missão de trazer clareza onde existem dúvidas.

Agência Nacional e Internacional de Ufologia, organização dedicada à representação e à investigação responsável dos fenômenos aéreos não identificados no Brasil e no exterior. Inspirados pela figura de Anúbis, tradicionalmente reconhecido como guardião e guia entre mundos, assumimos o compromisso de atuar como interlocutores confiáveis entre a sociedade científica, testemunhas e as instituições governamentais.

Nossa atuação prioriza protocolos rigorosos de investigação, proteção de informações sensíveis e cooperação internacional para o intercâmbio de dados e boas práticas. Solicitamos a oportunidade de diálogo e cooperação institucional para, juntos, desenvolver mecanismos de avaliação técnica, resposta adequada e políticas públicas baseadas em evidências.

 

Em um mundo cada vez mais conectado e intrigado pelos fenômenos inexplicáveis que desafiam nossa compreensão da realidade, surge a imperativa necessidade de criar uma entidade dedicada à ufologia – o estudo sério e sistemático de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) e fenômenos aeroespaciais anômalos. No Brasil, país com uma rica história de avistamentos icônicos, como o Caso Varginha ou as luzes de Colares, e em um contexto global marcado por revelações oficiais de governos como os EUA (com relatórios do Pentágono sobre UAPs – Unidentified Aerial Phenomena), a ausência de um órgão centralizado representa uma lacuna significativa. É aqui que uma Agência Nacional de Ufólogos Brasileiros e Internacionais se posiciona como uma solução essencial, atuando como um farol de união, conhecimento e ação coletiva.

Primeiramente, essa agência serviria como um hub para congregar especialistas, pesquisadores, cientistas e profissionais de diversas áreas – de astrônomos e físicos a psicólogos e historiadores – tanto no Brasil quanto no exterior. Imagine uma rede que conecta ufólogos renomados com experts internacionais, como aqueles do Mutual UFO Network (MUFON) nos EUA ou do Centro Italiano Studi Ufologici (CISU). Essa congregação não se limitaria aos acadêmicos: curiosos, entusiastas e adeptos em geral, de todas as idades e origens, seriam bem-vindos. No Brasil, onde o interesse pela ufologia é crescente, mas fragmentado por grupos isolados em estados como São Paulo, Minas Gerais ou Amazonas, uma agência unificada promoveria o intercâmbio de ideias, evitando duplicações de esforços e fomentando colaborações transfronteiriças.

 No âmbito internacional, parcerias com entidades como a British UFO Research Association ou a rede global do Project Blue Book poderiam enriquecer o debate, trazendo perspectivas multiculturais e dados globais para análises mais robustas.

Um dos pilares fundamentais dessa agência seria a criação de um canal mais direto e confiável de informações. Hoje, o fluxo de dados sobre ufologia é caótico: redes sociais, fóruns e sites independentes estão repletos de desinformação, teorias conspiratórias e relatos não verificados. Com uma estrutura organizada, poderíamos implementar plataformas digitais seguras – como um portal online, aplicativos móveis e bancos de dados colaborativos – para compartilhar relatórios de avistamentos, análises científicas e atualizações em tempo real. Isso incluiria protocolos padronizados para coleta de evidências, como vídeos, fotos e testemunhos, com verificação por especialistas. Para o público brasileiro, isso significaria acesso democratizado a informações em português, com traduções de relatórios internacionais, reduzindo a dependência de fontes estrangeiras. Internacionalmente, a agência atuaria como um ponto de contato para trocas bilaterais, garantindo que o Brasil contribua ativamente para o discurso global sobre UAPs, em vez de ser mero observador.

Além disso, a organização de eventos em todo o Brasil seria um eixo estratégico para fortalecer a comunidade. Congressos anuais, workshops regionais, palestras virtuais e expedições de campo poderiam ser coordenados de forma sistemática, cobrindo desde capitais como Brasília e Rio de Janeiro até regiões remotas como o Nordeste ou a Amazônia, onde avistamentos são frequentes. Esses eventos não só educariam o público, mas também incentivariam a participação ativa: debates com cientistas céticos para equilibrar perspectivas, treinamentos em ferramentas de investigação (como drones e softwares de análise de imagens) e até parcerias com universidades para cursos certificados. No exterior, a agência poderia promover intercâmbios, como participações em conferências globais ou joint ventures em pesquisas, ampliando o alcance e a credibilidade da ufologia brasileira.

Por fim, a verdadeira força dessa agência residiria na união de todos os envolvidos. Em um campo muitas vezes marginalizado pela ciência mainstream, a representatividade coletiva é crucial para ganhar legitimidade. Uma entidade unificada poderia advogar por políticas públicas, como a desclassificação de arquivos governamentais (inspirada no modelo do Arquivo Nacional dos EUA) ou financiamentos para pesquisas independentes. No Brasil, isso poderia pressionar órgãos como a Força Aérea Brasileira a compartilhar dados históricos. Internacionalmente, a agência posicionaria o país como líder na América Latina, fomentando alianças regionais. A união não é apenas um slogan: é o motor que transforma curiosidade isolada em movimento coletivo, capaz de influenciar opiniões, atrair recursos e, quem sabe, desvendar segredos que transcendem nosso planeta.

Em resumo, criar uma Agência Nacional de Ufólogos Brasileiros e Internacionais não é apenas uma ideia inovadora – é uma necessidade urgente para um tema que toca a essência da humanidade: nossa busca pelo desconhecido. Com união, organização e foco, podemos transformar a ufologia de um hobby periférico em uma disciplina respeitada, beneficiando gerações futuras. Se você está pronto para liderar essa iniciativa, o céu – literalmente – é o limite!

ANUBIS — Agência Nacional e Internacional de Ufologia

Missão: atuar como entidade técnica e representativa na coleta, verificação, análise e interlocução institucional sobre fenômenos aéreos não identificados (UAPs) no Brasil e em cooperação internacional. A ANUBIS adotará  protocolos de investigação baseados em métodos científicos, cadeias de custódia de evidências, padrões de interoperabilidade de dados e governança de segurança da informação.

Declaração de missão — Declaração de missão — versão técnica ANUBIS foi constituída para oferecer uma abordagem técnica e sistemática sobre fenômenos aéreos não identificados, estabelecendo protocolos confiáveis de recepção, análise, custódia e divulgação de dados. Atuamos com imparcialidade metodológica e conformidade legal, buscando promover pesquisa colaborativa e intercâmbio técnico com agências e laboratórios nacionais e internacionais.

Linhas de atuação (principais atividades)

Recepção e triagem de relatos: padronização do registro com metadados essenciais (coordenadas, horário, condições ambientais, testemunhas), criação de formulários e interfaces para coleta estruturada.

Coordenação de respostas in loco e remotas: uso de sensores certificados (radar primário/ secundário, ADS-B/MLAT, filmagens brutas, espectrometria, fotogrametria) e protocolos de acionamento rápido.

Preservação e custódia de evidências: controles de integridade, logs de acesso e cadeia de custódia para mídias digitais e físicas.

Análise técnica multidisciplinar: processamento de sinais, análise de imagem e vídeo, modelagem balística/trajetória, avaliação atmosférica e astronômica; integração de equipes técnicas e laboratórios especializados.

Validação científica: revisão por comitê científico dedicado, publicação de relatórios técnicos com classificação e proteção conforme requisitos legais e de segurança.

Intercâmbio e cooperação: formalização de protocolos e memorandos de entendimento (MOU) com agências nacionais (ex.: ANAC, DECEA), universidades e parceiros internacionais, observando normas de segurança da informação e legislação aplicável (incluindo LGPD).

Princípios operacionais

Impessoalidade e imparcialidade metodológica: adoção de métodos reproduzíveis e auditáveis.

Preservação de testemunhas: proteção de identidades e apoio às pessoas que reportam ocorrências.

Proteção e integridade dos dados: adoção de controles técnicos e jurídicos para tratamento de informações sensíveis.

Transparência responsável: comunicação clara dos resultados, divulgando relatórios quando apropriado, sem comprometer investigações ou a segurança.

Promoção da pesquisa colaborativa: estímulo ao intercâmbio entre ciência, tecnologia e sociedade.

Inclusão, eventos e comunicação pública ANUBIS inclui, como compromisso estratégico, a realização e promoção de eventos científicos e públicos relacionados à ufologia, desacobertamento responsável, periódicos especializados (revistas, jornais) e fóruns de debate. Esses eventos visam:

Reunir associados, pesquisadores, representantes institucionais e público interessado.

Fomentar cursos, workshops, conferências e publicações especializadas.

Promover o compartilhamento de conhecimento em ambiente crítico e inclusivo.

Política de associação A associação à ANUBIS é aberta a qualquer pessoa que atenda aos requisitos básicos de comprometimento com as práticas éticas e científicas da exopolítica ufológica e áreas afins. A adesão inclui:

Aceitação das normas éticas e do código de conduta da ANUBIS.

Compromisso com a postura metodológica e legal adotada pela entidade.

Possibilidade de participação em comitês, eventos e grupos de trabalho, observadas categorias de acesso conforme normas internas.

Impacto esperado

Profissionalização das investigações e melhoria na qualidade dos relatórios.

Maior integração entre sociedade civil, órgãos governamentais e comunidade científica.

Difusão responsável de conhecimento e redução de desinformação sobre fenômenos aéreos não identificados.

Fortalecimento de protocolos e infraestrutura técnica para análise e preservação de evidências.

Princípios operacionais: imparcialidade metodológica; preservação de testemunhas e dados sensíveis; publicação de relatórios técnicos quando apropriado; conformidade legal; e promoção de pesquisa colaborativa.

Apresentamos a ANUBIS — Agência Nacional e Internacional de Ufologia, organização técnica dedicada à investigação sistemática e à representação institucional de incidentes envolvendo fenômenos aéreos não identificados (UAPs).

Propomos estabelecer mecanismos formais de cooperação para:

Compartilhamento de dados técnicos (radar, ADS‑B, gravações visuais e acústicas) em formatos interoperáveis e com garantia de integridade.

Definição conjunta de protocolos de resposta e investigação, inclusive cadeias de custódia e procedimentos de preservação de evidências.

Criação de canais seguros para troca de informação sensível e proteção de testemunhas, em conformidade com a legislação aplicável (incluindo LGPD).

Formação de grupos de trabalho técnico-científicos para análise conjunta e publicação de relatórios técnicos.

A ANUBIS dispõe de equipe especializada em análise de sensores, processamento de sinais e protocolos de investigação, e está disponível para reuniões técnicas para definir termos de cooperação.

Integração Interdisciplinar e Equilíbrio de Perspectivas

A ANUBIS aglomerará e coordenará linhas de pesquisa em exopolítica reunindo abordagens científicas, espiritualistas, místicas e filosóficas, reconhecendo o valor informativo de cada tradição e propondo um diálogo estruturado entre elas.

Princípio orientador: tratar toda informação como potencial insumo tecnológico e epistemológico, submetendo-a a processos de verificação, avaliação de confiabilidade e contextualização cultural antes de extração de utilidade prática.

Metodologia operacional: adoção de comitês multidisciplinares para revisão (cientistas, analistas de dados, filósofos, representantes espiritualistas e especialistas em ciências humanas), protocolos de classificação de evidência e registros de metadados que preservem origem e contexto.

Equilíbrio epistemológico: compatibilizar métodos quantitativos (medições, análises de sensores, modelagem) com métodos qualitativos (relatos experiencialistas, interpretações simbólicas, análises hermenêuticas), atribuindo níveis de confiança e distintas trajetórias de uso para cada tipo de dado.

Transformação em tecnologia e política: avaliar sistematicamente insights relevantes para desenvolvimento tecnológico, recomendações de política pública e diretrizes de segurança, respeitando limites éticos e legais.

Salvaguardas: transparência nos critérios de aceitação, distinção clara entre hipótese, relato e evidência comprovada, e política de comunicação que preserve a credibilidade científica sem desconsiderar aportes culturais e espirituais.

Objetivo final: gerar um acervo integrado e equilibrado que informe decisões técnicas e diplomáticas, fomente pesquisas interdisciplinares e represente a pluralidade da ufologia brasileira perante organismos nacionais e internacionais.

ANUBIS — Agência Nacional e Internacional de Ufologia

Estrutura operacional

Entrada de dados: formulário padronizado com campos obrigatórios e metadados; registro automático de tempo e coordenadas.

Triagem: avaliação inicial (0–72h) para determinar prioridade e necessidade de ação imediata.

Investigação de campo/remota: coleta de sensores, entrevistas estruturadas (protocolos de entrevista para minimizar viés), aquisição de vídeo/bruto.

Preservação de evidências: hash dos arquivos, armazenamento seguro, controle de acesso e registro de cadeia de custódia.

Análise técnica: processamento de sinais (FFT, cross‑correlation), calibração fotogramétrica, análise espectral, modelagem de trajetória e confronto com bases de dados aeronáuticas e astronômicas.

Validação e revisão: comitê científico multidisciplinar; replicação de análise sempre que possível.

Relatório técnico: estrutura padronizada (resumo executivo, dados brutos, metodologia, resultados, incertezas, conclusões e recomendações).

Comunicação: nível público (sumário não sensível) e nível institucional (relatórios detalhados, dados compartilhados sob MOU/NDAs).

Padrões de dados e segurança (recomendações)

Formatos mínimos: vídeos/áudio sem compressão quando possível, metadados em JSON/XML, logs de radar em CSV ou formatos proprietários com conversão para padrão interoperável.

Integridade: uso de hashing (SHA-256), registros de cadeia de custódia, backups redundantes.

Privacidade e conformidade: políticas compatíveis com LGPD para tratamento de dados pessoais, avaliação de sensibilidade e consentimento informado para testemunhas.

Interoperabilidade: adoção de APIs seguras para compartilhamento com agências parceiras; uso de padrões internacionais quando aplicável.

Rede de parcerias sugerida

Órgãos nacionais: ANAC, DECEA, Ministério da Defesa, Institutos Meteorológicos.

Academia: universidades com centros de pesquisa em engenharia aeroespacial, óptica, processamento de sinais e ciências atmosféricas.

Parceiros internacionais: centros de pesquisa e agências civis de aviação para intercâmbio de boas práticas e dados.

simbólicas, análises hermenêuticas), atribuindo níveis de confiança e distintas trajetórias de uso para cada tipo de dado.

Transformação em tecnologia e política: avaliar sistematicamente insights relevantes para desenvolvimento tecnológico, recomendações de política pública e diretrizes de segurança, respeitando limites éticos e legais.

Salvaguardas: transparência nos critérios de aceitação, distinção clara entre hipótese, relato e evidência comprovada, e política de comunicação que preserve a credibilidade científica sem desconsiderar aportes culturais e espirituais.

Objetivo final: gerar um acervo integrado e equilibrado que informe decisões técnicas e diplomáticas, fomente pesquisas interdisciplinares e represente a pluralidade da ufologia brasileira perante organismos nacionais e internacionais.